SindifarDF continua com o maior piso salarial do Brasil

Com um piso salarial de R$ 4985,54 (quatro mil, novecentos e oitenta e cinco reais e cinquenta e quatro centavos) para uma jornada de 44 (quarenta e quatro) horas semanais, o Sindicato dos Farmacêuticos do Distrito Federal se mantem como o maior piso salarial da categoria no Brasil.

O último reajuste salarial da categoria foi de 9%, com o piso em vigor desde setembro de 2015. Diante do contexto nacional, esse percentual é considerado um bom reajuste, pois mais da metade dos sindicatos não conseguiu reajustes maiores que 6% no país.

Boas negociações coletivas demonstram a atuação de um sindicato representante da sua categoria. Cláusulas socais demonstram a preocupação da entidade em aprovar nas assembleias benefícios além do salário. “O reajuste salarial é importante, porém, existem benefícios nas convenções coletivas que melhoram muito a relação de trabalho do profissional com a empresa empregadora”, declarou o presidente do SindifarDF, Hélio Araújo.

Em breve o SindifarDF iniciará as negociações para a convenção coletiva de trabalho 2016/2017, onde contará com a participação da categoria e com apoio de dirigentes sindicais de outros estados para colaborar ainda mais com a campanha salarial.

Da redação

CSA REALIZA SEU 3º CONGRESSO CONTINENTAL EM SÃO PAULO

Com a presença do ex-presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, do Ministro do Trabalho, Miguel Rosseto, do diretor geral da OIT, Guy Ryder e dos presidentes das Centrais sindicais nacionais filiadas à organização, a CSA abrirá seu 3º Congresso nesta terça-feira.

A Confederação Sindical de Trabalhadores/as das Américas (CSA) que representa quase 60 milhões de trabalhadoras/es e filia 56 centrais sindicais de 22 países realizará seu 3º Congresso continental na cidade de São Paulo entre os dias 26 e 29 de abril no Hotel Holliday Inn, na região do Anhembi.

A abertura do evento correrá no dia 26 as 19h30 e contará com a presença do Ministro Miguel Rosseto, do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e dos presidentes da CUT, UGT, Força Sindical, Nova Central Sindical e CNPL (Confederação Nacional dos Profissionais Liberais).

Em seu 3º Congresso, que contará com a presença de 500 participantes entre delegados e convidados internacionais de quase 40 países do mundo, a CSA reafirmará seu compromisso com um sindicalismo forte e plural, com o aumento e o fortalecimento dos direitos das/os trabalhadoras/es, com o desenvolvimento sustentável e com a democracia nos países da região.

“A Confederação Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas realiza seu 3º Congresso em um cenário regional e mundial complexo, que desafia a capacidade do movimento sindical para fazer uma correta interpretação do atual momento e a forma em que serão desenvolvidas suas diversas dimensões a médio e longo prazo, de modo a poder definir sua estratégia presente e futura”, explicou o secretário-geral da CSA, Victo Baez.

Para o presidente da Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, uma das filiadas brasileiras a CSA, aconteceu uma feliz coincidência que este 3º Congresso Continental da CSA tenha sido escolhido para acontecer no Brasil, mais especificamente na cidade de São Paulo, em um momento em que os trabalhadores brasileiros, particularmente, e os do restante do mundo de uma forma geral, estão discutindo à exaustão os modelos de governança, de políticas públicas e sociais e, principalmente, o papel do movimento sindical global na apresentação de soluções para temas muito complexos e espinhosos, que tem como princípio e fim a definição das novas relações de trabalho em um cenário onde os meios de produção e sustentabilidade econômica e ambiental apresentam transformações em velocidade e quantidade espantosas.

“O movimento sindical internacional não pode deixar de exercer o protagonismo que lhe é devido de fato e de direito na luta cada vez mais desigual entre o capital e o trabalho, onde os patrões e empresários de todo o mundo buscam, tão somente, a ampliação e maximização dos lucros em detrimento das conquistas sociais, políticas e econômicas da classe trabalhadora”, afirmou Azevedo.

Assessoria de Imprensa /Comitê de Divulgação CSA

Sindicato busca implantação de direitos dos farmacêuticos hospitalares

O Sindicato dos farmacêuticos do estado de Rondônia solicitou a Superintendência do trabalho em Porto velho uma reunião de mediação com o sindicato patronal da área hospitalar. O objetivo é celebrar a primeira convenção coletiva de trabalho dos farmacêuticos com o segmento hospitalar privado no Estado.

Uma consulta pública foi enviada a vários farmacêuticos do segmento para que apresentem as suas propostas, e em seguida uma assembleia geral da categoria será marcada para alterações e posterior aprovação da categoria para que seja enviado ao sindicato patronal, a proposta da convenção coletiva de trabalho com o segmento hospitalar.

O objetivo da consulta pública é utilizar a internet para alcançar o maior número de profissionais possível dentro do estado de Rondônia, que laboram nos hospitais privados nas diversas cidade abrangidas pelo sindicato dos farmacêuticos.

O resultado da consulta pública será consolidado em uma proposta, da categoria para a própria categoria, assim, a diretoria do Sinfar-RO espera que a proposta atinja os anseios da categoria deste segmento.

Os farmacêuticos que desejarem contribuir para a elaboração do documento, deverão solicitar a cópia da minuta pelo email [email protected]

Apenas as propostas identificadas serão válidas para a composição da proposta que será levada ao patronal.

Para o presidente do Sinfar-RO, “a participação da categoria é fundamental nesse momento de construção, esperamos que muitos participem e colaborem com essa consulta pública, visto que o número de presentes no dia da negociação é bem inferior ao número de colaboradores. Por isso devemos apresentar a proposta maioria”. O presidente ainda solicita que todos os farmacêuticos devem conhecer mais sobre a entidade que os representa nas relações de trabalho.

Em 2015, o Sinfar-RO conquistou um dos maiores pisos salariais da categoria no segmento de farmácias e drogarias privadas. “Uma negociação que demorou um pouco mais de 6 anos, que culminou em uma audiência mediada por uma juíza do trabalho, assim, iniciamos a nossa primeira convenção coletiva com o segmento varejista, e se precisar faremos o mesmo com o segmento hospitalar” finalizou o Presidente, Antonio de Paula Freitas Junior.

Da Redação

Moradores de Barra do Piraí, RJ, pedem reabertura de farmácia popular

Moradores do distrito da Califórnia, em Barra do Piraí, no Sul do Rio de Janeiro, estão pedindo a reabertura de uma farmácia popular, fechada desde 2013. Ela atendia 12 bairros, onde vivem aproximadamente 25 mil pessoas. “Se eu for comprar na farmácia comum, vou gastar uma média de R$ 150 a R$ 140. Na farmácia popular eu gasto uns R$ 25”, disse a aposentada Maria Aparecida Silva.

Com a farmácia fechada, quem depende dos remédios fornecidos pela unidade precisa ir até Volta Redonda ou até o Centro de Barra do Piraí. “Quando a gente chega na farmácia de Volta Redonda para comprar um remédio com uma receita de Barra do Piraí fica um clima constrangedor. Os moradores não sabem se vão ser bem atendidos ou não “, reclamou o aposentado Heleno Benfica.

Em junho de 2015, o RJTV mostrou a reclamação dos moradores. Na época, a prefeitura respondeu que negociava a reabertura com os governos estadual e federal, mas não deu um prazo para a solução.

“A gente já mandou ofício, procurou vereadores. Ninguém deu solução para a gente, não. O que foi passado é que o governo federal não está repassando a verba para manter a farmácia”, disse o motorista André Luiz Guimarães;

A prefeitura de Barra do Piraí disse à produção do RJTV que depois do fechamento das farmácias populares do governo do estado, a rede particular supriu essa função com o programa “Farmácia Popular”, do governo federal, onde os remédios do programa são disponibilizados sem custo aos moradores, nas lojas conveniadas.

Fonte: G1 Rio de Janeiro