Com a presença do ex-presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, do Ministro do Trabalho, Miguel Rosseto, do diretor geral da OIT, Guy Ryder e dos presidentes das Centrais sindicais nacionais filiadas à organização, a CSA abrirá seu 3º Congresso nesta terça-feira.

A Confederação Sindical de Trabalhadores/as das Américas (CSA) que representa quase 60 milhões de trabalhadoras/es e filia 56 centrais sindicais de 22 países realizará seu 3º Congresso continental na cidade de São Paulo entre os dias 26 e 29 de abril no Hotel Holliday Inn, na região do Anhembi.

A abertura do evento correrá no dia 26 as 19h30 e contará com a presença do Ministro Miguel Rosseto, do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e dos presidentes da CUT, UGT, Força Sindical, Nova Central Sindical e CNPL (Confederação Nacional dos Profissionais Liberais).

Em seu 3º Congresso, que contará com a presença de 500 participantes entre delegados e convidados internacionais de quase 40 países do mundo, a CSA reafirmará seu compromisso com um sindicalismo forte e plural, com o aumento e o fortalecimento dos direitos das/os trabalhadoras/es, com o desenvolvimento sustentável e com a democracia nos países da região.

“A Confederação Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas realiza seu 3º Congresso em um cenário regional e mundial complexo, que desafia a capacidade do movimento sindical para fazer uma correta interpretação do atual momento e a forma em que serão desenvolvidas suas diversas dimensões a médio e longo prazo, de modo a poder definir sua estratégia presente e futura”, explicou o secretário-geral da CSA, Victo Baez.

Para o presidente da Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, uma das filiadas brasileiras a CSA, aconteceu uma feliz coincidência que este 3º Congresso Continental da CSA tenha sido escolhido para acontecer no Brasil, mais especificamente na cidade de São Paulo, em um momento em que os trabalhadores brasileiros, particularmente, e os do restante do mundo de uma forma geral, estão discutindo à exaustão os modelos de governança, de políticas públicas e sociais e, principalmente, o papel do movimento sindical global na apresentação de soluções para temas muito complexos e espinhosos, que tem como princípio e fim a definição das novas relações de trabalho em um cenário onde os meios de produção e sustentabilidade econômica e ambiental apresentam transformações em velocidade e quantidade espantosas.

“O movimento sindical internacional não pode deixar de exercer o protagonismo que lhe é devido de fato e de direito na luta cada vez mais desigual entre o capital e o trabalho, onde os patrões e empresários de todo o mundo buscam, tão somente, a ampliação e maximização dos lucros em detrimento das conquistas sociais, políticas e econômicas da classe trabalhadora”, afirmou Azevedo.

Assessoria de Imprensa /Comitê de Divulgação CSA