Em 2018 o certo é acreditar que nada resiste ao trabalho

ARTIGO DE RENATO MELO – PRESIDENTE DA FEIFAR

É fácil manter a produtividade quando tudo vai bem, difícil é manter o ritmo nos momentos de crise. Sabendo que esse é o comportamento mais comum do ser humano, queremos começar este ano manifestando a nossa certeza de que “nada resiste ao trabalho”. Essa frase de autor desconhecido é um mantra que precisamos repetir, diariamente, para nos mantermos focados nos projetos, independente das circunstâncias.

Começamos 2018 cientes que não será um ano fácil para a classe sindical, mas acreditando que nenhuma circunstância deve se sobrepor a capacidade de apresentar resultados, através do comprometimento com o trabalho. Em 2017 vivenciamos grandes e difíceis mudanças na área sindical, ainda assim, concluímos o ano com a certeza de termos realizado ações relevantes para os farmacêuticos do Brasil.  Podemos destacar:

  1. Renovação da diretoria, ajuste das prioridades da Feifar e unificação da liderança;
  2. Priorização das ações focadas nos direitos dos farmacêuticos e ampliação de benefícios.;
  3. Organização administrativa dos cadastros da Feifar e seus sindicatos de base junto a Receita Federal e Ministério do Trabalho;
  4. Ações judiciais em face de entes públicos para reaver valores do imposto sindical dos últimos anos que não foram  recolhidos aos sindicatos e federação;
  5. 5. Apoio jurídico, administrativo, financeiro e de comunicação aos sindicatos filiados;
  6. Otimização das despesas com viagens e passagens;
  7. Implantação da sede em Brasília/DF;
  8. Estreitamento das relações institucionais com as entidades parceiras e da classe;
  9.  Participação ativa junto a Confederação Nacional das Profissões Liberais;
  10. Visita a diversos estados em busca de novas lideranças;
  11. Capacitação em formação sindical para novos dirigentes;
  12. Elaboração de convênios nacionais com operadoras de planos de saúde, seguros e clube de vantagens para farmacêuticos de todo o Brasil;
  13.  Ações judiciais em face de entes públicos para reaver valores de progressões salariais dos servidores públicos;
  14. Ganhos reais nas negociações coletivas de trabalho;
  15. Manutenção dos benefícios sociais das normas coletivas;

Apesar das conquistas o ano não foi fácil e a Feifar, assim como todas as entidades sindicais do país, também sofreu com a crise política e econômica instaurada no país. Na área política fomos atingidos de duas formas: mudanças na legislação trabalhista que afetou negativamente os sindicatos e trabalhadores; discurso discriminatório e opressivo às lideranças sindicais causando enfraquecimento das instituições junto a classe trabalhadora. A crise econômica causou baixos ganhos salariais nas negociações coletivas de trabalho e deficiência na arrecadação oriunda dos estados.

A Feifar não ficou imune e tampouco alheia a esses problemas, mas optamos por enfrentar a crise com eficiência administrativa na gestão dos problema e realização de ações voltadas, exclusivamente,  para as questões de direitos trabalhista. Mantivemos a neutralidade política com o objetivo de  desassociar a imagem da instituição de partidos específicos e reconquistar a confiança o trabalhador que deve, sempre, ser o nosso foco.

Essa postura causou a resistência e até o distanciamento de instituições e lideranças que andavam juntas com a nossa Federação. Seguimos acreditando que um trabalho comprometido, focado no farmacêutico, trará a classe de volta para suas bases de apoio e será o combustível que precisamos para superar as crise e fazer de 2018 um ano de crescimento e conquistas para a Feifar, sindicatos filiados e acima de tudo, para os farmacêuticos do país.

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